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	<title>na Savassi &#187; Barão do Rio Branco</title>
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	<description>Informação para quem mora, trabalha e se diverte na Savassi</description>
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		<title>Desisti de ser professor do Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 21:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Barão do Rio Branco]]></category>
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		<description><![CDATA[Escola Estadual Barão do Rio Branco, na avenida Getúlio Vargas, está interditado para reformas. Aulas estão acontecendo no Centro. Nesta semana, circula pelas redes sociais uma carta escrita...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class=" wp-image-24657 aligncenter" title="Obras-Barão-do-Rio-Branco-Savassi" src="http://www.nasavassi.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Obras-Barão-do-Rio-Branco-Savassi.jpg" alt="" width="518" height="389" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Escola Estadual Barão do Rio Branco, na avenida Getúlio Vargas, está interditado para reformas.<br />
Aulas estão acontecendo no Centro.</em></p>
<p>Nesta semana, circula pelas redes sociais uma carta escrita por um ex-professor da rede pública que diz ter abandonado o cargo devido à baixa remuneração. No texto, Juvenal Gomes relata o dia que comunicou a decisão aos seus alunos e descreve a reação de tristeza dos jovens ao descobrirem que seu professor iria se mudar. &#8220;Fui surpreendido pelo choro mais desolador que já vi em toda a minha vida&#8221;, comenta Juvenal na carta. &#8220;Professor, não nos abandone!&#8221;, disse uma das crianças, segundo o texto.</p>
<p>O naSavassi conversou com o professor, que confirmou ter escrito o depoimento. Até a semana passada, Juvenal lecionava na escola Estadual Barão do Rio Branco, na avenida Getúlio Vargas, na Savassi (devido à reforma do edifício, as aulas estão sendo realizadas no Instituto de Educação, no Centro). Hoje, Juvenal não dá mais aulas na escola e pediu exoneração do cargo. O motivo: salário baixo.</p>
<p>Segundo Juvenal, que dava aulas todos os dias no período da tarde para turmas de 6ª e 7ª séries, o salário líquido era de R$ 1.100. Para complementar a renda, ele trabalha em escolas da rede privada, o que lhe ocupa todas as manhãs e ainda períodos à noite para preparar as aulas e corrigir provas e exercícios. &#8220;Na rede privada ganho cerca de cinco vezes o que ganho no ensino público.  O salário de professor estadual é muito baixo. Mesmo eu sendo mestre não ganho um centavo a mais por isso&#8221;, questiona.</p>
<p>O ex-professor comenta que, assim como ele, são centenas de professores que pedem exoneração por não conseguirem se sustentar no ensino público. &#8220;A rotatividade é imensa. Todos os anos milhares pedem exoneração enquanto milhares de vagas são abertas&#8221;, diz. O questionamento tem fundamento: segundo o Governo de Minas, apenas no primeiro semestre deste ano, cerca de 11,7 mil professores serão nomeados para cargos de educação básica. Na visão de Juvenal, uma solução emergencial para a rotatividade seria o aumento na remuneração dos professores e o incentivo à qualificação.</p>
<p>Hoje, Juvenal lamenta não continuar como professor no ensino público. Ele também questiona o futuro da educação com a diminuição do interesse dos mais jovens em seguir a carreira de professor. &#8220;Nem 5% dos alunos demonstram vontade de serem professores. Isso é ainda pior para o ensino público, que só afasta profissionais qualificados. Minha intenção era que essa carta pudesse circular e suscitasse um debate sobre o ensino e a grande diferença entre propaganda e realidade&#8221;, questiona.</p>
<p>Leia a carta na íntegra abaixo.</p>
<h2>Desisti de ser professor do Estado</h2>
<p>Hoje tive o dia mais triste como professor. Não estou me referindo a nenhuma indisciplina ou necessariamente a<br />
baixo rendimento escolar de meus alunos.</p>
<p>SOLICITEI A MINHA DISPENSA NA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE MINAS GERAIS  e fui surpreendido pelos meus alunos.</p>
<p>Como sou muito exigente, muitas vezes coloco fardos pesados sobre meus alunos. Acreditava que a minha saída na transição dos bimestres seria encarada apenas como mais uma das tantas mudanças corriqueiras que ocorrem na Escola.</p>
<p>Estava enganado. Fui surpreendido pelo choro mais desolador que já vi em toda a minha vida. Minha maior tristeza foi pensar que eu poderia ser responsável por esse choro.</p>
<p>Jamais pensei que meus  ALUNOS DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE MINAS GERAIS  fossem chorar por minha saída.</p>
<p>Preocupado com o que eu diria para eles como motivo, preferi a verdade.  ESTOU SAINDO PORQUE NÃO CONSIGO ME SUSTENTAR NA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE MINAS GERAIS.  Como são crianças, muitas não entenderam o que eu queria dizer e me responderam novamente com o choro mais desolador que já vi ou causei em toda a minha vida.</p>
<p>“PROFESSOR NÃO NOS ABANDONE”!</p>
<p>A criança não entende a opção que nós professores fazemos quando abandonamos a sala de aula. Uma de minhas alunas gritou: “Vou me mudar para a escola onde o senhor vai continuar como professor”. Nessa hora engasguei o choro e me perguntei como poderia ser isso? Se a maioria de nós no Brasil e na  REDE PÚBLICA ESTADUAL DE MINAS GERAIS  não dispomos de recursos para bancar o ensino privado.</p>
<p>Algumas crianças se puseram na porta e tentavam impedir minha saída, sem palavras e assustado com o choro e o pedido de que não as “abandonasse”, restou-me recolher na solidão de meu objetivo racional e deixar a sala com crianças chorosas como nunca vi a se despedirem com o olhar que jamais esquecerei, do professor que  NÃO CONSEGUIU SE SUSTENTAR NA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE MINAS GERAIS.</p>
<p>Eu poderia recolher-me na vaidade, em pensar que sou um bom professor e que vou conseguir o melhor para mim.</p>
<p>Entretanto, sei que hoje a exemplo do que ocorreu comigo,  DEZENAS DE OUTROS PROFESSORES DEIXARAM A REDE PÚBLICA ESTADUAL DE MINAS GERAIS POR NÃO CONSEGUIREM SE SUSTENTAR, ASSIM COMO TAMBÉM DEZENAS DE CRIANÇAS CHORARAM AO SE DESPEDIREM DE SEUS PROFESSORES.</p>
<p>Resta-me na revolta implorar a todos os mineiros e brasileiros que lerem essa carta.</p>
<p>PELO AMOR DE DEUS! NÃO ACREDITEM NA EDUCAÇÃO FAZ DE CONTA DO GOVERNO DE MINAS GERAIS. O ESTADO FAZ DE CONTA QUE REMUNERA SEUS PROFESSORES, PROFESSORES INFELIZMENTE FAZEM DE CONTA QUE ENSINAM, ALUNOS FAZEM DE CONTA QUE APRENDEM E ATORES GLOBAIS FAZEM DE CONTA QUE FALAM DA MELHOR EDUCAÇÃO DO PAÍS.</p>
<p>O episódio dessa carta ocorreu NO DIA 18 DE ABRIL DE 2013 NA ESCOLA ESTADUAL BARÃO DO RIO BRANCO EM BELO HORIZONTE. Infelizmente ocorreu também em dezenas de Escolas do Estado de Minas Gerais.</p>
<p>ENQUANTO O GOVERNO DE MINAS PAGA MILHARES DE REAIS A ATORES GLOBAIS PARA MENTIREM SOBRE A EDUCAÇÃO NO HORÁRIO NOBRE, NOSSAS CRIANÇAS CHORAM OS SEUS PROFESSORES QUE ESTÃO SAINDO PORQUE NÃO CONSEGUEM MAIS SE SUSTENTAR NO ESTADO.</p>
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		<title>Colégio centenário e de cara nova</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Mar 2011 23:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudantes]]></category>
		<category><![CDATA[Sticky Post]]></category>
		<category><![CDATA[Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[Barão do Rio Branco]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>
		<category><![CDATA[Savassi]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4054" class="wp-caption alignright" style="width: 280px"><a href="http://www.nasavassi.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Obras-Barão-do-Rio-Branco-Savassi.jpg"><img class="size-medium wp-image-4054 " title="Obras Barão do Rio Branco Savassi" src="http://www.nasavassi.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Obras-Barão-do-Rio-Branco-Savassi-300x225.jpg" alt="Foto: naSavassi" width="270" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Barão do Rio Branco foi fundado em 1906, onde hoje funciona a E. E. Afonso Pena, na Av. João Pinheiro.</p></div>
<p>&#8220;Muro quebrado, salas e quadras interditadas, pedaços do teto caindo na cabeça da gente, todas as salas mofadas, banheiros quebrados, maioria não funcionando. Está muito ruim.&#8221; Pelo visto, estava mesmo na hora da primeira escola pública de Belo Horizonte passar por uma longa reestruturação. As reclamações são da aluna Andréia Gomes, que estuda há três anos no Barão do Rio Branco, atualmente no 9º ano do ensino fundamental, antiga 8ª série.</p>
<p>Através de uma vistoria do Departamento de Obras Públicas do Estado de Minas Gerais (DEOP/MG) foi confirmada a necessidade das reformas no prédio, construído em 1913. Ano passado o telhado foi trocado, mas o último grande reparo na estrutura do colégio foi realizado em 2004. Por determinação da secretária de Estado da Educação, Ana Lúcia Gazzola, o projeto básico para a intervenção será elaborado pelo DEOP/MG. Ainda não há previsão para o início das obras, mas a expectativa é de que sejam finalizadas em 2013, ano do centenário da edificação. A Escola Estadual Barão do Rio Branco existe desde 1906, porém só passou a funcionar no atual endereço na Savassi a partir de 1924.</p>
<div id="attachment_4055" class="wp-caption alignleft" style="width: 172px"><a href="http://www.nasavassi.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Alunos-Barão-do-Rio-Branco-Savassi.jpg"><img class="size-medium wp-image-4055 " title="Alunos Barão do Rio Branco Savassi" src="http://www.nasavassi.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Alunos-Barão-do-Rio-Branco-Savassi-231x300.jpg" alt="Foto: naSavassi" width="162" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Adréia e Junior, alunos da 8ª Série da Escola Estadual Barão do Rio Branco. </p></div>
<p>Já no mês que vem, os 1.200 alunos de ensino fundamental serão transferidos para uma ala do Instituto de Educação de Minas Gerais. Serão disponibilizadas 10 salas de aula, espaço na cantina e sala de direção no 2º pavimento da escola. Para receber os alunos do Barão de forma adequada, o prédio do Instituto passará por reformas na parte elétrica e hidráulica, além de ganhar nova pintura.</p>
<p>A direção da escola já havia avisado seus alunos da reforma desde o início do ano, mesmo assim, Andréia Gomes se diz preocupada com a mudança de local, assim como seu colega Junior César. &#8221;já estava planejado, só não tinha lugar definido, não sabíamos que iria para o Instituto. A idéia é mais ou menos boa, pois já está tendo conversa fiada que vai ter briga entre os dois colégios. Mas tomara que dê certo&#8221;, deseja a estudante.</p>
<div id="attachment_4056" class="wp-caption alignright" style="width: 187px"><a href="http://www.nasavassi.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Barão-do-Rio-Branco-Savassi.jpg"><img class="size-medium wp-image-4056  " title="Barão do Rio Branco Savassi" src="http://www.nasavassi.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Barão-do-Rio-Branco-Savassi-230x300.jpg" alt="Foto: naSavassi" width="177" height="231" /></a><p class="wp-caption-text">Mauro não quis aparecer na foto. Ele conta que seu pai está com uma lesão no joelho e por isso está impossibilitado de trabalhar.</p></div>
<p>Há mais de 40 anos que o mesmo &#8220;tio da bala&#8221; vende as guloseimas antes, no recreio e depois da aula para os alunos do Barão. O colégio pode até fechar por um tempo, mas a fidelidade continua. &#8220;Vamos acompanhar os alunos do Barão. Vou ter que pedir autorização da prefeitura para deslocar temporariamente para a outra escola.&#8221; Mas se a concorrência no Instituto de Educação for grande? &#8220;A princípio ficaremos lá. Se as vendas caírem, talvez a gente vá para porta de outro colégio&#8221;, conta Mauro Santos, filho do dono do carrinho de bala.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<p><a href="http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2011/03/23/interna_gerais,216998/primeira-escola-publica-de-bh-tem-problemas-estruturais-e-passara-por-reforma.shtml" target="_blank">Primeira escola pública de BH tem problemas estruturais e passará por reforma</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Paralisação dos professores da rede privada</strong></p>
<p>Veja como foi o funcionamento das escolas particulares da Savassi nesta quarta-feira:</p>
<p><em>Instituto Izabela Hendrix<br />
</em>Alguns professores continuam aderindo à greve. Telefone: 3244-7200.</p>
<p><em>Colégio Santo Antônio<br />
</em>Houve aula normal. Telefone: 2123-9300.</p>
<p><em>Colégio Marista Dom Silvério<br />
</em>Não houve aula. A partir desta quinta-feira as atividade serão retomadas normalmente. Telefone: 2125-0300.</p>
<p><em>Colégio Imaculada<br />
</em>Houve aula normal. Telefone: 3014-5350.</p>
<p><em>Colégio Arnaldo<br />
</em> Houve aula normal. Telefone: 3524-5000</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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